Olá pessoas, fazia uns diazinhos que eu não escrevia, foram meio tumultuados como sempre. Quinta foi tudo meio normal, as coisas não estavam muito certas em seus lugares ideais, mas com empurrãozinho elas sempre voltam para seus lugares originais. Algumas coisas inusitadas ocorreram, eu particularmente não queria que certas coisas morressem, mas o inevitável, é simplesmente, inevitável. Acho que vai voltar, tenque voltar, isso já aconteceu uma vez, duas, talvez três, mas sempre acaba bem, sempre acaba tudo bem, e dessa vez não pode ser diferente. Sexta tinha aniversário do Piki, foi muito massa, alem de rir pacas na pizzaria, a gente ainda foi joga Xbox na casa dele depois, muito divertido, demais demais. Não foi uma madrugada que eu queria ter, porque eu tentei falar com a Jé mas ela durmiu com o note no colo – normal de toda e qualquer criatura que tem a brilhante idéia de ir se deitar com um notebook – mas tudo bem, embora ela não esteja tão bem, vai ficar, e daqui a duas semanas é o grande dia, o dia mais animado, o dia que certamente eu terei um de meus maiores desejos realizados, o dia em que eu vou poder ver ela na minha frente, que eu vou poder tocá-la, abraçá-la e dizer ali, bem no ouvidinho dela, o quanto eu a amo. Com toda a certeza existente, serão dias inesquecíveis, serão dias memoráveis até o fim dos dias, e dias que acontecerão por muitas vezes, por vários e vários anos de nossas vidas, até que a morte nos separe. Ontem fui na So Para Menores II, o show tava maravilhoso, quando eu via aquele rosto alternando expressões, aquela voz doce, pois é, irresistível. Simplesmente a minha atenção, que era inicialmente toda voltada ao meu grande e melhor amigo Leco, se desfez ao ver aquela pessoinha tão falada, tão nervosa, simplesmente soltando a voz. Levei 3 horas para tomar coragem e ir até ela e dizer “Você estava linda!” Não sei como mas eu fiz isso depois de 3 horas olhando 80% do tempo para ela. E quando eu falei isso, ela segurou meus braço e disse, “Obrigada”, apertou-os e soltou-os. Naquela hora não existiu sons, não existiu pessoas, apenas um saguão vazio, onde só se encontrávamos nós. Todo sumiram, tudo que se movimentava desapareceu, queria ter congelado aquele momento por toda eternidade, mas nem tudo são flores não é? O engraçado é que já tinha ouvido falar tanto nela, mas nunca dei importância, mas no momento que ela subiu naquele palco, foi extremamente alucinante. Criei um pouco mais de coragem, adicionei ela no Orkut, e simplesmente dei parabéns pelo show, soque, ela foi tão simpática, tão querida que, eu tinha de responder, e assim foi, alguns scraps trocados e fim. É, isso mesmo, fim. Não sei quando vou ter a oportunidade de falar com ela novamente, não sei quando terei a oportunidade de vê-la novamente, e é assim que termina uma noite inesquecível, talvez eu tenha descoberto uma nova paixão, não sei ainda, isso definitivamente acontece seguidamente comigo. Mas talvez a minha mais nova decisão de manter TUDO em absoluto sigilo, a não ser à vocês todos que lêem essa merda, eu consiga ir mais afundo nos meus sentimentos e evitar magoas. Só sei que tão cativante, de um sorriso esplêndido, simplesmente, me acertou em cheio, bem no lado esquerdo do peito, onde eu hei de guardar a noite passada, para sempre. Sinceramente? Não espero vê-la muitas outras vezes, nem seguidamente, e muito menos cogito a hipótese de tê-la, seria ilusão demais, seria aventura e utilização exagerada da imaginação. E falando em exagero, ela cantou Exagerado, do Cazuza, acho que devo me controlar, pra não acabar “jogado aos seus pés”. Por hoje acho que é isso, tenho que buscar minha irmano aeroporto, torcer para que a Jé volte para o MSN, e que por alguma razão, indefinida e desconhecida do destino, ela me diga alguma coisa. Beijos’, cuidem-se.
Por Arthur Conan Ledger, 22/08/10, 20:20 p.m.
Nenhum comentário:
Postar um comentário